Brasil, 16 de agosto de 2017  
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Cattleya walkeriana e nobilior  
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Cattleya do Cerrado: a beleza condenada

Cattleya walkeriana Gardner

Cattleya nobilior Rechb.

Variedades raras de Cattleya, orquídeas típicas do Cerrado, são destruídas com a chegada da prosperidade 


O segundo maior bioma da América do Sul e o primeiro em diversidade do mundo está condenado pelo homem, que em nome do progresso e do lucro, destrói, queima e mata a vegetação, a grande riqueza que o Cerrado nos deixa de legado.

Em meio aos pequizeiros, jatobás, ipês, jacarandás, mirindibas, pau-terras e outras árvores que ainda restam no Cerrado, duas frágeis e perfumadas maravilhas da natureza se exibem tentando escapar da extinção: as Cattleya walkeriana e Cattleya nobilior.

O naturalista George Gardner descobriu a Cattleya walkeriana, em 1839/1840 às margens do Rio São Francisco, na região diamantífera de Minas Gerais.

E a Cattleya nobilior foi descoberta pelo botânico Rechb. em 1883.
Naquela época o Cerrado era virgem, maravilhoso e cheio de vida, mas com certeza, aqueles botânicos não imaginavam a grande diversidade de formas e cores com que, ambas as espécies de Cattleya, poderiam se apresentar. Na seqüência mostramos algumas variações dessas espécies, fotografadas pelo autor, Eddie Esteves, durante mais de 30 anos, nos Cerrados dos estados de Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins e em coleções particulares. Muitas dessa formas, certamente já foram extintas na natureza.



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